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sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

Campanhas pelos animais em supermercados

Do blog Verão Verde:
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O logo da Ajuda Alimentar Animal

A Ajuda Alimentar Animal vai proceder a acções de recolha de alimentos e outros produtos necessários ao bem estar dos animais em acções que começam a realizar-se a partir deste fim de semana.

Nos próximos sábado e o domingo, 22 e 23 de Agosto, a recolha é no hipermercado Pão de Açúcar, em Cascais, e no seguinte, a 29 e 30 de Agosto será no Jumbo de Alverca, seguindo-se o Lidl de Albufeira, a 4, 5 e 6 de Setembro, e o Jumbo de Matosinhos, a 3 e 4 Outubro.

Nestas acções pretende-se recolher ração seca e húmida para cães e gatos, mantas, produtos de higiéne, incluindo areia sanitária para gatos, brinquedos, e outros items que ajudem no bem estar dos animais.

Caso não haja nenhuma campanha próxima, pode-se consultar a lista de voluntários de modo a conhecer o ponto de recolha mais próximo, onde poderão ser entregues os alimentos ou outros produtos."

António Ramalho (1858-1916)

António Monteiro Ramalho Júnior foi um pintor, ilustrador e decorador português naturalista, que se distinguiu sobretudo como retratista. Nasceu em 1858 em Barqueiros, e veio a falecer aos 57 anos de idade, no dia 30 de Setembro de 1916, na Figueira da Foz. Era irmão do escritor Evaristo Ramalho.

António Ramalho. Carregar na imagem para ver em tamanho 346 x 388.

Ainda muito novo vai trabalhar para o Porto numa marcenaria. Pouco depois parte para Lisboa, onde se matricula na Escola de Belas-Artes, e completa o seu curso em 1879.

A sua primeira exibição (conjunta com Columbano Bordalo Pinheiro) é já no ano seguinte, em 1880. Em 1882 parte para Paris, onde vive com o apoio do Conde da Praia. Até 1884 frequenta o estúdio de Alexandre Cabanel, na Académie Julian. Entre 1882 e 1883 Ramalho procura dedicar-se ao tema das paisagens. Em 1883 exibe no Salon de Paris a tela Chez mon Voisin (Lanterneiro), uma das suas obras mais conhecidas e que lhe vale ser comparado ao pintor Fortuny. Em 1884, ainda em Paris, pinta Retrato da Senhora de Preto.

Por esta altura torna-se co-fundador do Grupo do Leão, designação dada aos pintores naturalistas portugueses que se reuniam na Cervejaria Leão de Ouro, em Lisboa, na então chamada Rua do Príncipe (actualmente Rua Primeiro de Dezembro). O seu mestre Silva Porto é um dos principais impulsionadores do grupo. Ramalho exibe algumas das suas paisagens no salão do grupo entre 1881 e 1889. Em 1885 Columbano Bordalo Pinheiro pinta a tela Grupo do Leão. Entre os muitos artistas retratados encontra-se Silva Porto e o próprio António Ramalho. Juntamente com os outros membros, o pintor colabora na decoração do restaurante da Cervejaria.

Para além do escritor Abel Acácio Botelho (que Ramalho pinta em 1889, de acordo com o estilo japonisme) o artista retrata também o Principe D.Luiz Felipe (1891), D. Helena Pinto de Miranda, Monteiro Ramalho, Julieta Furtado Coelho, e o escultor Tomás Costa.

Como decorador, Ramalho trabalha várias vezes em parceria com Columbano Bordalo Pinheiro e Rafael Bordalo Pinheiro. Em parceria com João Vaz integra a equipa decoradora do Palácio da Bolsa no Porto. Integra também as equipas decoradoras da escadaria da antiga Faculdade de Medicina de Lisboa, do Teatro de Évora, do Grande Hotel do Bussaco, e da Cervejaria Jansen, bem como o pano de boca do Teatro Nacional. É aliás na qualidade de decorador, em 1916, quando presidia à decoração do Palácio Sotto Mayor na Figueira da Foz, que vem a morrer, aos 57 anos de idade. Nessa altura os seus restos mortais foram transportados da Figueira para Lisboa, estiveram em câmara ardente na Sociedade Nacional de Belas Artes, e depositados no jazigo de Sotto Mayor, no Cemitério dos Prazeres.

Foi colaborador nas revistas O Occidente e Ilustração. Entre as muitas distinções que obteve ao longo da sua carreira, António Ramalho ganhou a medalha de prata no Grémio Artístico e a 1ª medalha em pintura, aguarela e desenho na Sociedade Nacional de Belas-Artes.


Obituário, saído na revista Ilustração Portugueza, No. 555, Outubro 9 1916. Revista amavelmente cedida por T do blog Dias que Voam. Carregar na imagem para ver em tamanho 1000 x 1523.

Ilustração Portugueza, No. 555, October 9 1916 - 9

Referências online:

- António Ramalho, no flickr Gatochy
- António Ramalho, no site Instituto Camões
- António Ramalho, na Infopédia
- António Ramalho, no Blog da Rua Nove
- Biografia, no site do Círculo de Leitores
- História da tela Grupo do Leão (1885) de Columbano Bordalo Pinheiro, no site E-Cultura
- Biografia do pintor e do seu irmão Evaristo Ramalho, no site EB1 de Barqueiros
- Biografia e tela, no site Invaluable
- Biografia e tela Jardins do Palácio de Cristal, no site Palácio do Correio Velho
- Biografia e telas do pintor, no blog Tesouros de Portugal
- História do Grupo do Leão, no site Malha Atlântica


Imagens online:

- Obras, no site Seis Séculos de Pintura Portuguesa
- Retrato de António Ramalho por Agostinho Salgado, no blog Pedra Formosa
- Fotografias do Palácio Sotto Mayor, no site AntonioCruz.net
- Fotografia do Palácio da Bolsa, no site Dias dos Reis
- Litografia Camões lendo os Lusíadas a D. Sebastião, 1895, no site da Biblioteca Nacional Digital

quinta-feira, 13 de Agosto de 2009

Júlia Mendes (1885­-1911)

Júlia Mendes foi cantora e artista de palco. Nasceu em Lisboa em 1885 e morreu precocemente aos 26 anos de idade, em 1911. Tornou-se querida do público pela sua alegria, capacidade de improviso e pelo seu à vontade. Era também elogiada a clareza da sua dicção e a beleza da sua voz. Durante a sua curta carreira foi considerada a rainha do teatro de revista.

Cedo começa a rentabilizar o seu talento, quando na companhia da sua mãe canta o fado nas ruas de Lisboa. Seguem-se os teatros de feira que, não lhe trazendo prestígio, proporcionam-lhe experiência e sustento.

Em 25 de Dezembro de 1902 estreia-se oficialmente na revista, no Teatro da Trindade, durante uma matinée promovida pela Tuna do Diário de Notícias. O empresário teatral José dos Santos Libório, do Casino de Paris, proporciona-lhe o seu primeiro contrato estável. Actua no Príncipe Real e no Teatro Aveni­da, celebrizando-se nas revistas Ó da Guarda!, P'rá Frente, Zig-Zag, ABC e Sol e Sombra. Chega a manter um teatro com o seu nome, o Salão Júlia Mendes,­ na Feira de Agosto. Desempenha o papel principal na ópera cómica Severa, acompa­nhando-se à guitarra. Distingue-se no papel pela forma como sabe entretecer o tom humorístico com uma nota trágica.

Em 1907 Manuel Cardoso e João Freire Correia (fotógrafo da Fotografia Londres, na rua das Chagas) criam a produtora cinematográfica Portugália Film, e rodam o primeiro filme sonoro português -- algumas passagens da batalha de flores, rodada na Avenida da Liberdade (Lisboa). Nesse ano captam em filme (com som sincronizado) várias personalidades dos palcos, nomeadamente a cantora Júlia Mendes, durante uma filmagem que decorre no recinto de patinagem do Paraíso de Lisboa, na rua da Palma, em que esta interpreta Grisette, canção brejeira que celebrizou nos palcos da revista.

Actua pela última vez em 1910, na Fei­ra de Agosto, na revista Zig-Zag.


Capa de uma Illustração Portugueza, No. 130, Agosto 17 1908. Fotografia de Vasques da actriz e fadista Júlia Mendes, tirada do livro de Marina Tavares Dias Lisboa Desaparecida, volume 4. Carregar na imagem para ver em tamanho 986 x 1500.



Referências online:

- Júlia Mendes, no blog Ilustração Portuguesa
- Júlia Mendes, no flickr Gatochy
- Biografia de Júlia Mendes, no blog Lisboa no Guiness
- Júlia Mendes, no blog Fadocravo
- Nascimento do Cinema Português, no site Magacine
- Cineasta Freire Correia, no site Imaginário

quarta-feira, 12 de Agosto de 2009

Pilar Monteiro (1910s)

Pilar Monteiro Carregar na imagem para ver em tamanho 475 x 784.



Pilar Monteiro foi uma actriz dos palcos portuguesa.


















Pilar Monteiro, quando apareceu na revista Céu Azul, em cena no Teatro Avenida. Ilustração Portugueza, No. 468, Fevereiro 8 1915. Carregar na imagem para ver em tamanho 1518 x 2316.

Ilustração Portugueza, No. 468, February 8 1915 - 32

Referências online:

- Alberto H. Macieira, As nossas actrizes: Pilar Monteiro, Illustração Portugueza, nº 257, 1911, no site DocBweb
- Pilar Monteiro, no blog Ilustração Portuguesa
- Pilar Monteiro, no flickr Gatochy

Reinaldo Ferreira (Repórter X) (1897-1935)

Reinaldo Ferreira (Repórter X) foi repórter, jornalista, poeta, publicista, dramaturgo e cineasta. Nasceu em Lisboa em 10 de Agosto de 1897, e veio a falecer na mesma cidade a 4 de Outubro de 1935. Casou duas vezes, com Lucília Ferreira, de quem teve dois filhos, Yolanda Ferreira e Reinaldo Edgar de Azevedo e Silva Ferreira (poeta de valor que morreu precocemente em África); e com Carmen Cal, de quem teve um filho, Oswaldo.

Década de 1910:

Em 1909, aos doze anos de idade, inicia a sua carreira jornalistica; e em 1913/1914, na qualidade de repórter para o jornal A Capital, faz a sua primeira reportagem sobre um fogo posto na rua da Estefânia, em Lisboa. Reinaldo veio a tornar-se famoso por apresentar obras de ficção como se de reportagens reais se tratassem.

Uma das suas primeiras fabulações (que assinou com o nome fictício Gil Goes) foi escrita em 1917 aos 19 anos de idade, já quando trabalhava para o jornal O Século. Era sobre um assassínio (inexistente) que se teria dado na rua Saraiva de Carvalho. A reportagem causou sensação, e o jornal acabou por assumir que se tratava apenas de um folhetim. A história vem a transformar-se em livro, intitulado O Mistério da Rua Saraiva de Carvalho. Segundo o biógrafo Joel Lima, o realizador José leitão Barros terá querido adaptar este livro ao cinema sob o título O Homem dos Olhos Tortos (cognome do assassino ficcional) e apesar de não ter levado o projecto em diante existirão na Cinemateca Nacional mil metros de película que chegaram a ser rodados.

Em Março de 1918 Reinaldo Ferreira publica outra reportagem ficcional no jornal A Manhã, em que inventava ter experimentado a vida de mendicidade, fazendo-se passar nas ruas por um sem-abrigo. No mesmo ano, trabalhando para o jornal O Século, e em colaboração com o ilustrador Stuart de Carvalhais, inventa uma reportagem sobre um suposto assassinato que se teria dado numa pensão de Lisboa, encenando fotografias em que espalhou sangue de galinha num quarto da dita pensão. Também em 1918, inventa ter ouvido as últimas palavras do presidente Sidónio Pais quando este foi assassinado na Estação do Rossio -- que teriam sido "Morro eu, mas salva-se a Pátria".

Década de 1920:

Casa com Lucília Ferreira, e em 1920 viaja para Paris, em trabalho para a filial francesa da Agência Americana, fundada pelo escritor brasileiro Olavo Bilac. Em finais de 1921 deixa essa empresa e fixa-se com a família em Barcelona (Espanha), levando consigo também a mãe, que fora abandonada pelo pai. Nasce o seu filho Edgar. Quando Primo Rivera sobe ao poder Reinaldo estava na Catalunha, e decide enviar para a imprensa de Lisboa um artigo em que critica o ditador, e regressa a Portugal. Ao princípio assina esta crónica com o seu nome, mas aconselhado por um amigo a ter prudência, rasura o seu nome e substitui-o por Repórter. Por erro do tipógrafo o artigo sai com o nome Repórter X, que se vem a tornar o seu nom de plume.

Em 1923 é adaptada ao cinema espanhol a sua novela O Groom do Ritz, sob o título El Botones del Ritz (filme perdido).

Em Portugal emprega-se na revista ABC, que em 1925 o envia à Rússia, para acompanhar as lutas políticas que sucederam à morte de Lenine. Em Paris tem dificuldade em obter o visto necessário para seguir viagem, e é aí que presumivelmente terá experimentado pela primeira vez a morfina, da qual se tornaria dependente. Inventa uma entrevista fictícia ao célebre escritor Conan Doyle. Outra figura da vida real que inventa ter entrevistado é Mata Hari. O seu biógrafo Joel Lima argumenta que as reportagens que subsequentemente Reinaldo Ferreira envia são ficcionadas, e que o repórter nunca terá pisado em Moscovo, escrevendo de Paris artigos baseados nos do jornalista Henri Béraud, destacado pelo Le Journal.

Em 1926 regressa a Portugal, para o Porto, trabalhando para o ABC e para O Primeiro de Janeiro. Nesse ano publica Homens do dia e mulheres da noite: Lenine, Mussolini, Raquel Meller, Rasputine, Mata-Hari. Em Março desse ano a corista Maria Alves é brutalmente assassinada em Lisboa. Reinaldo Ferreira inventa uma reportagem em que conjectura que o culpado tenha sido o seu ex-namorado e ex-empresário Augusto Gomes. Por acaso acerta, o que vem contribuir para a fama do Repórter X.

Baseado neste caso, Reinaldo escreve o folhetim O Táxi nº 2927, que é primeiro publicado nas páginas do jornal O Primeiro de Janeiro em que trabalha, e subsequentemente publicado em livro, e levado à cena. Em 1927 decide fazer de O Táxi nº 2927 um filme e para o efeito cria a sua própria produtora cinematográfica, a Repórter X Film. Óbtém financiamento do comerciante Joaquim Alves Barbosa, e usa os estúdios da falida Invicta Film, no Porto. Conta com a assistência de Pedro Santos e Maurice Laumann como responsável pela fotografia, e Alves da Costa no papel principal.

Em 1926/28 a sua produtora cinematográfica cria O Diabo em Lisboa (filme perdido), e mais três curtas-metragens em 1927: Hipnotismo ao Domicílio (filme perdido, do qual restam 566 metros de película), Rita ou Rito?..., Vigário Sport Club (filme perdido, do qual restam algumas imagens), e ainda o documentário Entrevistas Cinematográficas com Escritores e Jornalistas de Lisboa (material perdido).

A mulher Lucília deixa-o em 1928, e em 1929 Reinaldo junta-se a Carmen Cal, da família portuense dos advogados Cal Brandão, de quem vem a ter um filho, Oswaldo. Nesse ano é editada a sua novela Impossível, que Fernando de Araújo afiança tê-lo visto a escrever de uma assentada, certa noite no café portuense Avenida, durante uma aposta em que estavam em jogo 250 escudos. Publica também Cemitério da glória e da saudade: crónicas.

Ainda a trabalhar para O Primeiro de Janeiro, Reinaldo inventa uma polémica que lhe vale ser despedido pelo jornal: supostamente os alemães estariam a fazer circular libras de louça, para desacreditar a moeda inglesa, e nesta trama Reinaldo envolvia o nome do banqueiro Francisco Borges, do banco Borges & Irmão.

Década de 1930:

Reinaldo funda vários jornais e, em 1930, com o financimento de um irmão, cria em Lisboa o jornal Repórter X, que dura até 1933. O chefe de redacção Mário Domingues, seu colega no Colégio Francês, abandona o projecto para criar O Detective, onde denuncia algumas das ficções de Reinaldo. Duramte 1930 Reinaldo escreve também para a revista portuguesa Ilustração.

Em finais de 1932 Reinaldo volta a Lisboa, onde é internado para uma cura de desintoxicação. Alguns meses mais tarde escreve sobre a sua dependência nas páginas do Repórter X, e em 1933 publica o livro Memórias de um ex-morfinómano. Nos últimos anos da sua vida lança ainda os jornais A Reportagem da Semana e o X. A sua dependência da morfina regressa, e em 1935, ano da sua morte, separa-se de Carmen.

Em 1986 o realizador José Nascimento realizou um filme sobre Reinaldo Ferreira intitulado Repórter X, com Joaquim de Almeida no papel principal, num argumento em que a vida real e a ficção criada pelo Repórter X se entreteçem.

Em 2005 Alexandre Reina cria o docudrama Repórter X Reaparece para BeBop, a cargo de Costa do Castelo, baseado na vida e no imaginário deixados por Reinaldo Ferreira, com narração de Filipe Crawford.


A Vida Intima dos Cafés, texto de Reinaldo Ferreira (Repórter X), com ilustrações de Stuart Carvalhais, saído na revista Ilustração, No. 112, em Agosto 16 1930. Carregar na imagem para ver em tamanho 1102 x 1500.

"Uma noite perguntou ela qual era o secreto e poderoso prazer do café, que se sobrepunha assim ao prazer de se demorar a seu lado, ao alcança das suas carícias e encantá-la com a sua conversa, sempre brilhante, mesmo quando banal. E êle exclamou:

- Perdoa, meu amor -- mas tu bem sabes que eu adoro o café. O café, pode dizer-se, é o meu único vício. Um jantar sem o remate do café é uma ogiva sem chave. Mas há de ser bom -- que o sofrível é peor do que mau para o verdadeiro amador.

- Está bem -- concordou a espôsa. Compreendo-te e dou-te razão. E de àmanhã em diante vou estudar profundamente a alquímia do café -- para poder competir com o que tomas lá fora.

Oito dias depois era solenemente inaugurado o café resultante dos estudos da espôsa, de dezenas de experiências e de uma verdadeira busca geral por tôdas as boas mercearias de Lisboa."



Referências online:

- Artigos escritos por Reinaldo Ferreira (Repórter X) para a revista Ilustração, no blog Ilustração Portuguesa
- Artigos escritos por Reinaldo Ferreira (Repórter X) para a revista Ilustração, no flickr Gatochy
- Filme Repórter X, no site IMDB
- Reinaldo Ferreira e Repórter X, no blog Dias que Voam
- Biografia, no site Alfarrábio
- Biografia, por Luís Miguel Queirós, no site Alfarrábio
- Filmografia de Reinaldo Ferreira, no site IMDB
- Filme Repórter X, no site Amor de Perdição
- Reinaldo Ferreira e a Repórter X Film, no site Centro Virtual Camões
- Repórter X, na Infopédia
- Transcrição do conto O cão que era morfinómano, no blog Biajoni
- Bibliografia, no site Rede Municipal de Bibliotecas de Lisboa
- Imagem do filme O Táxi nº 9297, no blog Miguel Martins
- Biografia, no blog Por Via da Dúvida
- Fotografia de Reinaldo Ferreira, no blog Abnoxio
- Filmografia, no site Imaginário

segunda-feira, 10 de Agosto de 2009

Angariação de fundos para a ACAPO

Do site da ACAPO:
"Campanha de sensibilização e angariação de fundos

A ACAPO, Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, irá realizar, em colaboração com o Grupo Jerónimo Martins, uma campanha de sensibilização e de angariação de fundos, a decorrer entre 18 de Julho e 2 de Agosto, em todas as lojas Pingo Doce. Esta iniciativa, que conta com o inteiro apoio do Grupo Jerónimo Martins, insere-se nas actividades realizadas no âmbito do projecto "Por Si", levado a cabo pela empresa e que visa a etiquetagem de produtos em Braille para utilização de cidadão deficientes visuais.

Durante esta campanha, estarão disponíveis para compra nas lojas "Pingo Doce", junto às caixas, cupões com o valor de €1,00, €3,00 e €5,00. Para colaborar e ajudar a ACAPO, basta adquirir um destes cupões. O dinheiro reverterá integralmente a favor da ACAPO. Ao participar nesta campanha está a contribuir para a missão da Associação que consiste na inclusão e reabilitação dos deficientes visuais portugueses.

Encontrará mais informações sobre as nossas actividades nas lojas Feira Nova e Pingo Doce no período de duração da campanha ou em http://www.acapo.pt/. O valor da sua contribuição é dedutível no IRS."

Apesar da campanha supostamente já ter acabado, encontrei hoje num Pingo Doce muitos cupões disponiveis ainda por utilizar, junto às caixas. Portanto, à semelhança do que acontece com os cupões do Banco Alimentar, a iniciativa só acaba quando os cupões se acabarem. O aspecto de um destes cupões, frente e verso, é assim (carregar na imagem de baixo para ver melhor):